domingo, 7 de dezembro de 2008

AGENDE-SE


Dia 10/12/2008 as 19:00h, acontece no teatro Waldemar Henrique, uma grande confraternização das apaixonadas pela dança do ventre. Va la ! Será uma linda festa!!

Dia 15/12/2008 será a vez do espetáculo da academia Ribalta apresentar "Os Paises em Dança" no teatro do SESI-(Almirante Barroso)
NO DIA 20/12/2008- CONFRATERNIZAÇÃO DAS NOSSAS ALUNAS DE DANÇA DO VENTRE, logo divulgarei o local
Beeeijos

sábado, 15 de novembro de 2008

COMERCIAL YAMADA- LILIAN

Ensaio

Ja começaram os ensaios para o final do ano.
Vamos la! Será um espetáculo lliiiindo!
Beeeijos

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

OFICINA NO FIDA

Este ano estava super ocupada, então participei de uma oficina apenas, MUSICAL, foi legal!!!
Vou tentar ir manhã para a dança do ventre, se der.
Beeeijos

sábado, 11 de outubro de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

CURSO CASA DA LINGUAGEM MÊS DE AGOSTO / SETEMBRO 2008

Novamente ministrarei curso na Casa da Linguagem.
As inscrições mudaram de data, agora será dia 18/08/2008 até dia 25. Inicio das aulas 25/08/2008 com duração de um mês.
Aguardo você lá!
Beeijos

TRABALHOS ARTISTICOS QUE PARTICIPEI




Algumas das participações que fiz no cinema e na tv (comercial)
fotos do comercial que participei das lojas Yamada, para quem não teve a oportunidade de ver.
Pois é, ja fiz muitas coisasa nesta vida artística. Depois publico fotos do Filme Mulheres Choradeiras, que participei.
Beeeijos

domingo, 6 de julho de 2008

OFICINA CASA DA LINGUAGEM

Terminou no dia 04/07 a oficina de dança do ventre na casa da linguagem.
O resultado foi excelente!! As alunas conseguiram assimilar de forma satisfatória o conteúdo ministrado.
Elas produziram as roupas, fizeram a maquiagem, montaram a coreografia.
Fiquei muito satisfeita mesmo.
Depois publico algumas fotos.
Beeeijos

Mariana e Lilian

Olha a Mariana, e eu no Teatro Gasômetro. Ela ja esta quase uma mocinha.

Beeeijos

domingo, 22 de junho de 2008

A ESTRELINHA


Um conto linndo de Felix Zamenhof, que serve para reflexão.
beeeijos

As estrelinhas do céu resolveram certo dia, descer do azul, abandonar a altura do sem-fim e vieram todas, muito alegres, viver, na Terra, entre os homens.

Vamos para a Terra! Vamos para a Terra! - gritavam, com alegria, as estrelinhas do céu. - Na Terra há mares, há rios e há florestas! Na Terra há frutos, há flores e há perfumes. Vamos todas para a Terra!

As estrelinhas falaram ao anjo da serena compaixão.

O anjo da serena compaixão é que vigia e comanda, por ordem de Deus, todos os astros luminosos do céu.

O anjo da serena compaixão sabia que as estrelas, que parecem, lá longe no céu, tão pequeninas, são grandes, imensas. E foi, por isso, falar a Deus, o Senhor da Eterna Bondade

- Deus Poderoso - disse, muito humilde, o anjo - as estrelinhas do céu querem ir a Terra. Mas elas são pesadas, enormes e cheias de calor. A Terra não poderia conter as constelações que povoam o céu.

Deus, o Senhor do Mundo, sorriu bondoso e respondeu

- Ora, tudo é muito simples. Eu permitirei que as estrelinhas desçam do céu e passem a viver na Terra. Sim, irão para a Terra. Mas elas descerão do céu e permanecerão, assim, pequeninas, como aparecem lá das alturas; pequeninas e bem pequeninas. E sempre pequeninas e brilhantes permanecerão na Terra.

E todas as estrelas, por ordem de Deus, desceram do céu e vieram para a Terra.

Houve, nesse dia, ao cair da noite, uma chuva maravilhosa de estrelas.

Uma chuva de estrelas!

No céu ficaram o Sol, a Lua e um cometa rabugento, de cauda comprida, que não quis descer. Mas as estrelinhas desceram.

e encheram a terra. Espalharam-se por toda parte. Pelos campos, pelas praias, pelas estradas e pelos jardins.

Havia estrelinhas brancas, azuis, verdes, roxas e amarelas. Havia até (vejam só!) uma estrela furta-cor!

Que beleza!

Algumas ficaram bem quietinhas, a cintilar, no alto das torres; vieram outras pousar nas fontes, nos repuxos, ou saltitar entre as flores e iluminar os bosques.

As pequeninas, brincalhonas, apostavam corrida com os vaga-lumes: outras iam devagarzinho assustar os sapos que cochilavam tranqüilos entre as pedras junto das lagoas.

Que alegria para as crianças! Que alegria!

Mas, em poucos dias as estrelinhas começaram a fugir da Terra, aos grupos, aos bandos. Deixavam a Terra e voltavam para o céu. Voltavam a brilhar lá em cima, para além das nuvens, para além da Lua

O anjo da serena compaixão ao ver que as estrelinhas voltavam, interrogou-as

- Por que vocês voltaram?

A primeira estrela respondeu

- Senhor! Vi tanta maldade na Terra que fiquei triste. Muito triste. E resolvi voltar para o céu.

Perguntou, o anjo, a uma terceira estrela. - E você? Por que voltou?

Senhor - respondeu a estrelinha - na Terra, durante os três dias que lá passei, vi homens ricos sem piedade; vi enfermos abandonados; velhos sem lar, que vivem famintos, na miséria. Vi crianças andrajosas que mendigam pão pelas ruas. Tudo isso encheu de mágoa o meu coração. Resolvi voltar. Voltar para o céu.

Uma estrelinha amarela, do cruzeiro, seguida de outras três (que eram suas irmãs) voltava também. O anjo da serena compaixão perguntou-lhe :

- Que viu você na Terra, estrelinha amarela? Por que voltou?

Respondeu, cheia de funda mágoa, a estrelinha amarela do Cruzeiro:

- Senhor, vi na Terra homens sem fé que não crêem em Deus! Sofri, com isso, um profundo abalo. Que tristeza! Homens ateus! Deixei a terra e resolvi voltar para o céu

E assim todas as estrelinhas, por terem visto maldades na Terra, voltaram para o céu. E cada uma, ao chegar, ia muito quietinha, retomar o seu antigo lugar no meio das constelações.

O anjo da serena compaixão achou que devia contá-las. E contou-as, uma a uma!

- Um, dois, três, quatro, cinco...

E nessa conta, uma a uma, foi até vinte mil e seis

Vinte mil e seis!

Estranhou aquela conta, e disse:

- O que é isso? Essa conta não está certa. Desceram vinte mil e sete estrelinhas, e só voltaram vinte mil e seis! Está faltando uma! Falta uma estrelinha!

- Sim, sim - confirmou uma estrelinha azul que estava perto. - Falta uma estrelinha. Houve uma companheira que não quis voltar. Resolveu ficar,

para sempre, entre os homens.

Perguntou o Anjo:

- Que estrela foi essa? Qual foi a que não voltou?

A estrela azul, falando muito baixinho, respondeu:

- Escuta, anjo da serena compaixão. Foi a Estrela Verde da Esperança, nossa boa amiga e companheira, a única que não voltou.

- Ela Ficou a estrela verde da esperança!

É por isso, amigos que os homens, todos os homens, nos momentos mais tristes da vida, nos momentos de perigo, de dor ou de aflição, nunca perdem a esperança...

É que a estrelinha da esperança, nossa boa amiga, deixou o céu e veio (diz a lenda) viver na terra. E vive, para sempre, no coração dos homens.

sábado, 14 de junho de 2008

MINHAS PROFESSORAS NA DANÇA DO VENTRE

Estas foram minhas primeiras professoras de dança, ainda faltam algumas, tenho que escanear as fotos. Logo logo, publicarei.
Beeeijos


Nájua ( S. Paulo)





Málika La Regina(S. Paulo)


Lulu Sabongi ( S. Paulo)

domingo, 8 de junho de 2008

BHARATHA NATHYAM – Dança Idiana.


A dança nasceu e se desenvolveu no Sul da Índia, no estado de Tamil Nadu, às margens do rio Kaveri ou Calvery tem aproximadamente seis mil anos, apesar de antiga se conserva fresca e fascinante, em sua riqueza de movimentos tradicionais, encanto estético e variedade de expressões.

Considerada a mãe de todos os estilos de dança é também conhecida como haratha Nathya. A palavra Bharatha é o antigo nome da Índia e também o nome do sábio ao qual o Deus Brahma concedeu as escrituras que regem a dança.

Originalmente era dançado por Devadasis, nome dado à mulheres pertencentes ao Templo e completamente devotadas à arte.

O BHARATHANATYAM é a mais popular forma de dança clássica da Índia e considerada a mais antiga de todas as formas sendo extremamente tradicional na sua maneira de ensino e conhecida por sua graça, pureza, e poses esculturais.

Apesar da antigüidade, este estilo de dança ainda se conserva fascinante em sua riqueza de movimentos tradicionais, encanto estético e variedade de expressões. A palavra Bharatha tem origem em várias raízes. Bharatha é o antigo nome da Índia, Bharatha também é o nome do sábio ao qual o Deus Brahma concedeu as escrituras que regem a dança, o Natya Shastra, mas também é dito que a palavra Bharatha tem sua origem em Bha de Bhava (emoção), Ra de Raga (melodia ou modo musical) e Ta de tala (ritmo).

O estilo de música e instrumentos que acompanham o Bharathanatyam é o estilo clássico Carnático e os instrumentos usados para acompanhar o vocal são: a flauta ou o violino, a Veena, a Tambura e como percussão para o ritmo dos pés, o Mrdungam e o Nattuvangan.

Se você quiser saber mais detalhes sobre dança indiana acesse o blog http://www.natyalaya2.4t.com/about.html, lá tem muito material sobre este estilo de dança.

Beeeijos


sábado, 31 de maio de 2008

ENCONTRO INTERNACIONAL BELE FUSCO DE DANÇA DO VENTRE 2008


Grandes bailarinas da dança do ventre do grupo Bellydance Superstars, AMAR GAMAL e KAESHI CHAI (Bellydance Superstars e Bellyqueen), ROMINA MALUF Argentina, vêm participar do Encontro Internacional Bele Fusco de Dança do Ventre 2008, que acontecerá no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Estarão presentes também, bailarinas brasileiras como ADRIANA BELE FUSCO (SP) e NADJA EL BALADY (RJ), grandes estrelas da dança árabe e tribal. E o músico TONY MOUZAYEK e BANDA

Valor da inscrição

4x R$75,00 = R$300,00

4x R$52,50 = R$210,00

Até 10/07:

3x R$110,00 = R$330,00

3x R$100,00 = R$300,00

Até 10/08:

2 x R$175,00 = R$350,00

2 x R$175,00 = R$350,00

Até 10/09:

R$380,00

R$380,00

No dia do evento:

R$400,00

R$400,00

CONVITE PARA OS SHOWS (individual):

Show de Gala: R$35,00

Show de mostras e competições: R$15,00

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO ACESSE: www.encontrointernacional.com.br

Em São Paulo:
Bele Fusco Escola de Danças e Eventos
Rua Olegário Herculano, 270
+55+11+4121 1087 / +55+11+7254 6747
belefusco@belefusco.com.br
encontrointernacional@encontrointernacional.com.br
msn: adrifusco@hotmail.com
msn: belefusco@belefusco.com.br
ou

Rio de Janeiro:
Nadja el Balady
+55+21+8124 0588
dancenadja@yahoo.com.br

Beeeijos

terça-feira, 27 de maio de 2008

CURSO DE DANÇA DO VENTRE


OOOi,

A CASA DA LINGUAGEM VAI PROMOVER UM CURSO DE DANÇA DO VENTRE DURANTE O MES DE JUNHO. É DE GRAÇA, VOCÊ PRECISA APENAS FAZER SUA INSCRIÇÃO QUE COMEÇA NO DIA 1/06/2008 NO MESMO LOCAL.
END: AV. NAZARÉ EM FRENTE A YAMADA DA PRAÇA DA REPÚBLICA
TEL: 91 - 3241.9786

O INÍCIO DO CURSO É DIA 09/06/2008. ESPERO VOCÊ LÁ!!!

Beeeijos

domingo, 25 de maio de 2008

História do Jazz Dance



O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso. Na sua origem a Dança Jazz tem raízes essencialmente populares. Com uma evolução o inicial paralela o da música Jazz, surgiu nos E.U.A no final do século passado. Pode-se afirmar, inclusive, que nasceu diretamente da cultura negra.

No início, nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros que não morriam de doenças eram obrigados a dançar para manterem a saúde. As danças tradicionais dos senhores brancos eram as polcas, as valsas e as quadrilhas, e os negros os imitavam para ridicularizá-los, mas dançavam de acordo com a visão que tinham da cultura européia, e misturando um pouco com as danças que conheciam, utilizando instrumentos de sua cultura. Dessa forma, surgiu o jazz, que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.

Em 1740, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos para evitar insurreições (revoltas) dos negros. Assim, para executar suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateados, e o banjo. Mais uma vez, a dança dos negros dava um salto, aproximando ainda mais com o jazz que conhecemos atualmente.

No início deste século, as danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de "mista", tomou conta dos palcos da Broadway, se transformando na conhecida comédia musical que, por sua vez, é o segundo nome dado á dança mais conhecida como jazz.

Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Disco Jazz, Free Style e Jazz, são algumas das designações que hoje em dia vão sendo utilizadas para denominar os numerosos aspectos de que se reveste esta forma de expressão artística. No Brasil além destas designações, a generalização, tem sido frequentemente exagerada a ponto de considerar determinadas formas de ginástica ou atividade física, englobadas no mesmo termo.

Jack Cole, é por alguns considerado o pai da dança Jazz, foi um dos primeiros a interagir fundamentos da Dança Moderna e sua técnica de isolamento das partes do corpo. Sua técnica viria a influenciar toda uma geração como Matt Mattox, entre outros.

O jazz tem certas características marcantes, incluindo a isolado, uma explosão de energia que se irradia dos quadris e um ritmo pulsante que dá o balanço certo e a qualidade do movimento. O comentário artístico e crítico, entretanto, geralmente acham o jazz uma dança de pouco valor coreográfico, por ser uma mistura de vários estilos pessoais derivados de um processo de improvisação, que organizados formam uma coreografia.

As diferentes técnicas do Jazz têm demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação do bailarino cada vez mais eclética. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística.

VÉU DE SEDA

Querida,

Nestes sites você vai encontrar liiindos véus de seda e baratos. Escolha o seu e mande buscar!!!

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COMO CUIDAR DO SEU VÉU DE SEDA

O véu de seda deve ser lavado com cuidados e o mínimo possível. Use água fria e corrente, movimentando o tecido sem parar. Não se assuste se a tinta começar a sair, é normal que algum excesso saia na água, lave até parar.

  • Use pouco amaciante.
  • Não torça o tecido. Para retirar o excesso de água, enrole em uma toalha felpuda e passe-o ainda úmido.
  • a temperatura do ferro deve ser específica para seda e sem vapor.

sábado, 17 de maio de 2008

ESPETÁCULO CINDERELA



Querida, foi liindo hoje o espetáculo no CENTUR.
A platéia estava lotada, a iluminação foi perfeita, o cxenário liiindo. Foi tudo muito bonito.
AMANHÃ ( domingo)AINDA TEM as18:30. vA LÁ VC VAI ADORAR!!!

Beeeijos

sábado, 26 de abril de 2008

Modelos de Roupas para Dança do Ventre


Para quem quer aproveitar todos os benefícios da Dança do Ventre e entregar-se de corpo e alma a ela, deve se preparar para praticá-la. A vestimenta e os acessórios são peças fundamentais para a prática da dança.
Saias, véus e cinturões, dependendo do tipo de dança (estilo) e da região, as peças variam bastante. Aqui, vamos enfocar os trajes principais para que você possa praticar esta milenar dança que faz tanto bem à mulher.

Saia
Peça fundamenta para a prática da dança, a saia pode variar em quatro modelos, correspondentes aos quatro elementos da Natureza:

Modelo Água: Saia godê na abertura dos quadris com duas aberturas (fendas) frontais. Costuma-se usar outra saia por baixo, respeitando as duas aberturas frontais. As cores dos tecidos podem ser brilhantes, dourados ou prateados, em tecidos transparentes.

Modelo Terra: Saia com duas aberturas frontais, recortadas de forma retangular, com cós ou elástico. Os tecidos podem ser de cetim, jérsey, crepe fino, liganete ou seda.

Modelo Ar: Saia justa com cós, porém, sem elástico; as duas aberturas são laterais e não como as outras (frontais). Tecido: pode ser de jérsey ou cetim.

Modelo Fogo: Saia composta de sete quadrados iguais do tecido e presos nas laterais e no cós da saia, com duas aberturas frontais. Os tecidos podem ser coloridos (da mesma cor ou em cores alternadas).

Bustiê
Outra peça importante é o sutiã. Pode ser meia-taça bordado com lantejoulas e miçangas, da mesma cor da saia ou do cinturão ou de tecido brilhante como o pano com paetê, também pode ser utilizado para esta confecção. O acabamento pode ter como enfeite algumas pérolas, moedas, correntes e miçangas penduradas, você vai usar sua imaginação.

O cinturão
O cinturão não é preso à saia, mas colocado sobre ela. Pode ser feito de correntes e medalhas ou mesmo de uma pala. É uma peça que marca o quadril e embeleza a saia. De preferência, escolha um modelo da mesma cor do bustiê, pois, assim poderá ser usado com várias saias.
O cinturão de pala pode ser reto, com um só "V" na frente ou tendo o mesmo formato nas costas. Os tecidos podem ser brilhantes, prateados, dourados, bordados com miçangas, lantejoulas e pode aplicadas moedas, correntes e pérolas.

Os enfeites
Como complementos, você pode utilizar diversos enfeites. Os diademas (ornamento de cabeça), os colares e as correntinhas com moedas combinam bastante com os trajes., brincos, grandes, pulseiras , braceletes com moedas e serpentes.
Não esqueça de incluir anéis nas mãos, nos pés e tornozeleiras. As luvas enriquecem a vestimenta e devem combinar com o bustiê ou com o cinturão e podem ser de renda, de lantejoulas ou de moedas. Elas cobrem o antebraço, caso elas sejam longas, podem ou não deixar os dedos livres.
E assim, você vai criando lindas saias, cinturões e sutiãs para embelezar ainda mais as sua dança. Seja bastante criativa na escolha de sua roupa e "mergulhe" fundo no mundo mágico da Dança do Ventre.
Tente! Você vai ver, será um sucesso!!!!
Beeeijos

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Módulos da dança

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Estes são os módulos de Dança do Ventre que eu estou ministando na Escola de Danças Clara Pinto_


_____________________________________INICIANTES
Este nível é indicado para a aluna interessada em conhecer e praticar a dança, mas que ainda não se aventurou nessa modalidade.
Você terá seu primeiro contato com a dança do ventre, sua história, música e benefícios que ela proporciona.
Aprendera dissociação do corpo, postura corporal e movimentos básicos da dança.

________________________________________NÍVEL BÁSICO I e II

Estes níveis são indicados para as alunas que já tiveram contato com a dança. Ela vai aprender a diferenciar músicas: tradicional de folclórica, movimentos mais elaborados e como dançar com véu, iniciação ao solo de derbak, dança da bengala. Noção de espaço, laboratórios de improvisação e maquiagem para palco.
________________________________________NÍVEL INTERMEDIÁRIO I e II

Estes níveis possibilitarão às alunas que já tiveram passado pelos níveis básicos, aprenderem: danças folclóricas, limpeza de movimentos, como dançar em público e no palco.
Aprenderão também reconhecer os estilos de música, como produzir-se para show, expressão na dança, utilização dos instrumentos na dança, composição coreografica, montagem de música, entrada em cena e finalização precisa da dança. E muitos laboratórios de improvisação

________________________________________AVANÇADO
O nível avançado é para aperfeiçoar os movimentos da dança, a postura e a expressão. Treinar os instrumentos, movimentos, exercitar criação coreográfica, improvisação.
Prosseguir seus estudos e aprofundar os conhecimentos sobre a historia da dança
É sempre necessário reciclar e atualizar sua dança.

Venha dançar comigo !!!!

Beeeijos

Prece Arabe


Meu Deus

Deus, não consintas que eu seja o carrasco que sangra as

ovelhas, nem uma ovelha nas mãos dos algozes.

Ajuda- me a dizer sempre a verdade na presença dos fortes, e jamais dizer mentiras para ganhar aplausos dos fracos.

Se me deres a fortuna , não me tires a felicidade;

Se me deres a força, não me tires a sensatez;

Se me for dado prosperar, não permita que eu perca a modéstia, conservando apenas o orgulho da dignidade.

Ajuda- me a apreciar o outro lado das coisas, para não enxergar a traição dos adversários, nem acusa - los com maior severidade do que a mim mesma.

Não deixes ser atingido pela ilusão da glória quando bem sucedida e nem desesperada quando sentir insucesso.

Lembra- me que a experiência de um fracasso poderá proporcionar um progresso maior.

Ó Deus!

Faze - me sentir que o perdão é maior índice de força, e que a vingança é prova de fraqueza.

Se me tirares a fortuna, deixa- me a esperança.

Se me faltar a beleza da saúde, conforta- me com a graça da fé.

E quando me ferir a ingratidão e a incompreensão dos meus semelhantes, cria em minha alma a força da desculpa e do perdão.

E finalmente Senhor, se eu Te Esquecer, te rogo mesmo assim, Nunca te Esqueças de Mim!

domingo, 20 de abril de 2008


Queridas, quando visitarem este log, deixe sua opinião sobre os assuntos aqui postados.
Beeeijos

domingo, 6 de abril de 2008

Dicas de Maquiagem

A maquiagem é muito importante para as bailarinas de dança do ventre, elas eram retratadas sempre com os olhos supermaquiados, ressaltando a expressividade do olhar.

Essa expressão que chamamos “olhos egipcio” é preservada na atualidade. É por meio do olhar que trasmitimos toda a emoção e o encanto ao dançar.

Antes de começar a se maquiar

Antes de começar a se maquiar para sua apresentação de dança do ventre :

1- Limpe o rosto e seque bem;

2- Prenda os cabelos, para que o rosto fique livre;

3- Procure se maquiar em um local com boa iluminação.

A base é indispensável

A base é indispensável para corrigir manchinhas, sardas...Em primeiro lugar você deve se preocupar com tipo mais apropriado para a sua pele. Existem bases líquidas, cremosas, em bastão e em pó.

Se sua pele é oleosa, fuja das bases gordurosas. Atualmente, existem bases em pó, mas que também podem ser usadas com uma esponjinha umedecida com um pouquinho de água, para cobrir melhor.

Depois de colocar a base, se necessário, um corretivo (para olheiras ou pequenas acnes, por exemplo), é conveniente passar um pouco de pó translúcido para eliminar o brilho.

Sobrancelha

Devem estar sempre muito bem traçadas. Se você tem falhas ou possui um sobrancelha ralinha, utilize lápis para corrigir.

Só tome cuidado para fazer os traços finos, no mesmo sentido dos pêlos, e para que os desenhos das duas fiquem iguais, não se esqueça: se você é loira, utilize lápis marrom e se é morena, utilize o cinza e o preto.

Olhos

Deve-se ter uma atenção especial aos olhos, pois eles tem um papel importantíssimo na dança do ventre. É através deles que nos expressamos e damos vida à dança do ventre.

Tenha um bom estojo com cores básicas (tons de marrom cobre, ouro, prata e grafite).

Ilumine a pálpebra, combinando com a roupa de dança do ventre:

Se a roupa tem dourado, sombra dourada cai bem, depois, você pode usar um tom mais escuro para fazer o sombreado, um marrom, por exemplo. Ou se a roupa for clara, branco pode ficar muito bonito.

Por exemplo uma roupa de dança do ventre verde com dourado - ilumine a pálpebra com dourado, faça um leve sombreado na parte externa da pálpebra e esfumace, misturando levemente com uma sombra verde.

Deve-se ter um bom senso ao utilizar cores como rosa, azul, lilás, etc., pode-se conseguir um efeito muito bonito, ou... a catástrofe total! Cuidado para não ficar caricato!

Traço do contorno do olho

O traço do contorno depende muito do seu olho, mas, em geral, ele deve ser fino e delicado no canto interior e mais espesso no final.

Os olhos devem ser muito bem delineados, pois é uma grande característica da dança do ventre, e sempre deixam um toque de mistério no ar.

Tome cuidado, a “puxadinha”, aquele risquinho no canto exterior do olho, que muitas dançarinas orientais fazem, deve ser sutil. Um risco grande torna o resultado caricato e vulgar. Portanto, tome cuidado e seja sutil e delicada. O traço do lápis deve ser fino, percorrendo toda a linha superior e inferior dos cílios. O delineador pode ser usado no lugar do lápis ou apenas para intensificar o preto.

Rímel nos cílios

Os cílios dão um toque especial ao olhar. Existem muitos tipos de rímel (os que alongam, dão volume, etc.), eu particularmente prefiro os que são à prova de água, porque não mancham, nem escorrem, porém são um pouco difíceis para tirar. Vale a pena investir e comprar um bom.

Dica: não “bombeie” o rímel antes de usá-lo, pois isso diminui a sua durabilidade. Para quem é loira, uma boa opção é usar rímel marrom.

O blush

Deve combinar perfeitamente com seu tom de pele. Se sua pele for clara, opte por tons de rosa, salmão claro. Se for morena, acobreados são uma boa opção.

O blush deve ser utilizado apenas para dar um aspecto mais “saudável” ao rosto

Para aplicar o blush, sorria e espalhe-o com um pincel redondo na parte mais alta das maçãs do rosto.

A boca

Use um lápis especial para delinear lábios antes e certifique-se de que o contorno combine perfeitamente com o batom.

Quem tem lábios finos, pode torná-los maiores utilizando um contorno com lápis mais claro, porém se quiser uma boca bem marcada, opte por um tom mais escuro. As bailarinas egípcias costumavam usar vermelho nas unhas e boca.

No entanto, é necessário tomar cuidado com essa cor... alguns são muito berrantes, outros podem escorrer!

Se você gosta de usar tons de vermelho sangue e vinho, o melhor a fazer é aplicar o batom com um pincel ao invés do bastão, a camada fica mais fina, mais natural e não escorre.

Tal vez você prefira dar mais atenção aos olhos, e nos lábios, fazer um contorno “cor de boca”, passar um “brilhozinho” pra ficar com a boca mais vermelhinha e só.

Outra boa opção são os batons de longa duração disponíveis no mercado, eles são mais “secos”, porém, mais macios. Depois que você aplica, ele seca e não escorre de jeito nenhum.

O inconveniente deles é que alguns às vezes podem rachar depois de algum tempo, devido às “ruguinhas” naturais dos lábios e precisam ser reaplicados.

Tire toda a maquiagem

Ao fim da apresentação de dança do ventre , limpe bem a pele, e tire toda a maquiagem, utilize produtos sem álcool. Lave bem o rosto com um sabonete cremoso (os de erva doce são ótimos), ou próprio para o rosto. Em seguida, passe um tônico e um hidratante.
Para retirar a maquiagem dos olhos, use removedores específicos para este área, pois a região da pálpebra é delicada.

Hidrate sempre os lábios e jamais durma maquiada!

Cuidado com exagero

A maquiagem muito forte envelhece. Ela não precisa ser exagerada para ser notada deve ser natural para não parecer vulgar.

apreoveite bem as dicas.

Beeeeijos

Dança oriental e seus estilos

As formas da dança oriental tem sua origem na Pérsia, e desenvolvimento entre os anos 1100 e 1600 da era cristã. Trata-se de uma forma cíclica de bailado, com acompanhamento do ritmo pelos quadris e membros inferiores e da melodia pelo tronco, braços e mãos da bailarina. Movimentos de olhos e cabeça interpretam artisticamente a peça musical executada ao vivo. Esta forma de arte tem raízes no sufismo e visa elevar o espírito. Atualmente, em todo o mundo, são raríssimas as apresentações desta forma de dança. Conforme a dança foi se popularizando, o excesso de detalhes técnicos foi perdendo espaço para formas mais simples de dançar com movimentos mais marcados de quadril e menos movimentos de braços. Traços dessa forma antiga de interpretação podem ser observados nas bailarinas egípcias do séc. passado como Souhair Zaki e Samia Gamal e Naima Akef.

Souhair Naima Samia

DANÇAS POPULARES – As formas populares da dança apresentam menor exigência técnica e maior espontaneidade. Caracteriza-se por movimentos que se repetem dentro de um modo rítmico específico, de acordo com a região de origem. Geralmente a divisão do ritmo é muito simples, composta por 4 ou 8 tempos, acompanhadas por melodias simples que cabem neste período de tempo e com refrão bem marcado.


- DANÇAS FOLCLÓRICAS – Específicas de cada região do oriente médio. Apresentam traços culturais regionais. Enriquecem e trazem diversidade às apresentaçòes de dança do ventre. Entre as inúmeras formas de danças folclóricas destacamos:


- DANÇA COM ESPADA - É um número muito apreciado, onde a bailarina apresenta habilidades ao equilibrar a espada em diferentes pontos do corpo (cabeça/ cintura/ pernas/ peito/ etc.)

Várias origens são atribuídas a esse tipo de performance. Alguns dizem que remete às guerras entre gregos e turcos. Os Otomanos levavam mulheres para os compos de batalha e elas dançavam com as espadas dos soldados do exército inimigo .Os homens ficavam extasiados , seduzidos e desarmados ; assim o terreno estava preparado para ataques surpresa.


- DANÇA COM CASTIÇAL: No antigo Egito era costume obrigar as escravas a circularem em festas e acontecimentos importantes com várias lamparinas acesas numa armação de metal que ficava sobre suas cabeças. O objetivo era iluminar o ambiente, já que as festas era realizadas à noite. Assim, a "luz ambulante" poderia se deslocar conforme a vontade dos faraós e sua corte. Algumas dessas escravas era também acróbatas ou dançarinas e esta pode ser uma das prováveis origens da dança com o castiçal. Hoje é um número bastante requisitado em aniversários e casamentos.

- DANÇA COM PANDEIRO: Comum entre as beduínas, tuaregs (vivian no deserto) e cigana árabes. No final do séc. XIX e começo do séc. XX, os europeus( principalmente ingleses e franceses) redescobriram o exotismo do Egito e países do Norte da África. Nesta época era comum ver nas ruas mulheres dançando e tocando instrumentos de percursão tais como pandeiro(dâff), tabla, etc.


- DANÇA COM 7 VÉUS: Ficou bastante conhecida no Ocidente graças às apresentações de Mata Hari no início do séc. XX. Ela ia se despindo dos véus um a um e terminava o espetáculo quase nua.

Outros atribuem a origem da dança dos sete véus à deusa babilônia Ishtar, que atravessou 7 vezes por sete portais, afim de resgatar o amado do vale da morte. Em cada um dos portais deixcou uma peça do vestuário. Simboliza a capacidade de entrega da mulher ao matrimônio e ao homem que ama.

Outra versão garante que era realizada nos cultos da deusa Grega Afrodite, a deusa do amor, e que era um ritual antigo de sedução. Tanto que consta até na bíblia : Salomé fez a dan;ça dos sete véus para o rei Herodes e pediu em troca a cabeça de São João Batista. Muitas são as histórias sobre a dança dos sete véus. Hoje é um número bonito ,misterioso e exótico que encanta todo tipo de público.


- DANÇA COM AS MOEDAS SOBRE O VENTRE – Origem no Norte da África, mais precisamente no Marrocos. As bailarinas que se paresentavam em praça pública, ganhavam moedas de ouro ou prata. Para conseguir mais dinheiro, mostravam suas habilidades fazendo as moedas dançarem sobre seus ventres. Trata-se de uma técnica que exige profundo controle abdominal.